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Filipe de Sousa

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BRICS E A NOVA ORDEM INTERNACIONAL

BRICS E A NOVA ORDEM INTERNACIONAL

2015 - Obra colectiva partilhada entre a Mare Liberum e a editora Caleidoscópio, coordenada pelo Prof. Jorge Tavares da Silva, que contou com o apoio da Fundação Jorge Álvares, BRICS e a Nova Ordem Internacional centra-se numa abordagem ao fenómeno das economias emergentes, particularmente os BRICS - acrónimo para Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que juntos formaram um grupo político de cooperação - e a tentativa destes países procurarem uma ordem internacional alternativa.

Foi particularmente a pensar nos estudantes de Gestão Internacional que a obra foi elaborada. Em termos de estrutura, o manual contém uma análise individualizada das particularidades de cada um dos atores, como a interligação e as dinâmicas conjuntas de operacionalidade do grupo. Neste sentido, após uma introdução generalista sobre o contexto geral que marca as relações do “norte” e do “sul”, o livro reparte-se por cinco capítulos, cada um correspondendo por ordem a cada um dos países que compõem o acrónimo. Os diversos textos foram preparados por investigadores e professores especializados na realidade económica, política e social de cada um dos BRICS.

O prefácio foi escrito pelo Doutor João Gomes Cravinho, Embaixador da União Europeia (UE) na Índia, desde janeiro de 2012, e Embaixador não residente no Butão; o capítulo do Brasil, foi escrito pelo diplomata brasileiro de carreira, Paulo Roberto de Almeida; o capítulo da Rússia, foi escrito por Sandra Fernandes, Professora na Universidade do Minho; o capítulo da Índia, por Eugénio Viassa Monteiro, Professor da  AESE-Business School; o capítulo da China, pelo professor Jorge Tavares da Silva; o capítulo da África do Sul, por dois investigadores da Universidade de Brasília, Philippe Tshimanga Kabutakapua e Aninho Mucundramo Irachande.

O livro tem como entidades associadas, para além do ISCIA e do Observatório de Comércio e Relações Internacionais, a Fundação Jorge Álvares, o Observatório da China, o Centro de Estudos e Investigação de Segurança e Defesa de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Internacional de Macau e o Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade.

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