Fundação Jorge Álvares subscreve pacto das Fundações Portuguesas para a acção climática do Centro Português de Fundações

Complementar à Convenção para a Cooperação na implementação dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Centro Português de Fundações, a Fundação Jorge Álvares, representada pelo Administrador Dr. Rui Soares Santos, subscreveu agora o Pacto das Fundações Portuguesas para a Ação Climática, que foi apresentado no dia 24 de outubro nas instalações da Fundação Casas de Fronteira e Alorna, em Lisboa, e foi na ocasião subscrito por 51 fundações portuguesas.

Após as boas vindas do Presidente da Fundação Casas de Fronteira e Alorna, Dr. António Mascarenhas e do Presidente do Centro Português de Fundações, Dr. José Nunes Liberato, usou da palavra a Ministra do Ambiente e Energia, Eng.ª Maria da Graça Carvalho, que felicitou o Centro Português de Fundações por mais esta iniciativa no domínio da sustentabilidade e da ação climática, e fez um breve ponto da situação da intervenção nacional e internacional do Governo nesta área.

Seguiu-se uma mesa redonda sobre “A Convenção para implementação dos ODS – o que está feito e o que falta fazer?” em que, moderados pelo Centro Português de Fundações, foram intervenientes representantes das Fundações Marquês de Pombal, Portuguesa das Comunicações, Porto Protocol e Unitate,  e foram apresentadas as várias ações e experiências até à data desenvolvidas por cada uma, e foi salientada a importância da assunção de responsabilidades pelas Fundações nestas matérias e o efeito multiplicador que gera junto dos respetivos associados e parceiros. 

Antes de se proceder á assinatura do pacto pelas fundações subscritoras, o membro da Direção do Centro Português de Fundações e Coordenador do Grupo de Trabalho dos ODS, Dr. Pedro Krupenski, procedeu á apresentação do Pacto.

Com este Pacto o Centro Português de Fundações “reconhece a importância de mobilizar o setor fundacional para a procura de soluções e o estabelecimento de compromissos que permitam enfrentar eficazmente a atual crise climática e outros desafios provocados pelas alterações climáticas, alinhando as suas ações com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e subjacentes políticas nacionais e europeias.”, acrescentando no Preâmbulo do documento que “estando conscientes de que é um dos maiores desafios do nosso tempo,  de que as alterações climáticas já afetam a biodiversidade, a vida das populações e comprometem o bem-estar das gerações futuras perante a necessidade de agir com urgência e de forma concertada, nós, fundações portuguesas, assumimos o compromisso de integrar a sustentabilidade ambiental e a resposta à crise climática nas nossas áreas e formas de atuação.”

Recorde-se que a Convenção para a Cooperação na implementação dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a que a Fundação Jorge Álvares aderiu em junho de 2024, se integra no cumprimento da Agenda 2030 das Nações Unidas, a qual consagra 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a atingir, e que constitui uma visão comum para a Humanidade, sendo a sua implementação responsabilidade partilhada de todos, indivíduos e organizações, cada um à sua escala e no meio em que se move. Através da adesão a esta Convenção as fundações aderentes comprometeram-se a aceitar um vasto conjunto de princípios, do qual salientamos a integração dos ODS nas principais áreas do setor fundacional, entre as quais a cultura, o social, a promoção do conhecimento, a educação, o ambiente, a saúde, a formação, a inovação e o empreendedorismo, entre outras.

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